quarta-feira, 22 de julho de 2009

Na onda da heresia

Aula de novo.

Na volta, fui direto para o Fitzwilliam Museum, que, além das obras habituais, tá fazendo uma exposição especial sobre Darwin, o segundo aluno mais ilustre de Cambridge.

Enfim, não sei, acho que eu esperava outra coisa da exposição, porque ao invés de mostrar algo realmente evolutivo, talvez mostrando como espécies extintas têm ligação com espécies atuais, ou como determinadas características permitiram que alguma espécie sobrevivesse etc, a exposição mostrava várias imagens de pássaros e cachorros (!) mostrando como Newton desenvolveu o interesse em estudar as espécies. Enfim, exposição bem feita, mas com um enfoque que não era bem o que eu esperava.

Depois o Singh (agora descobri que é Singh, e não Sing) encontrou uma amiga, uma tiazona espanhola que queria tomar um café. Eu queria era voltar pra casa, mas acabamos encontrando uma solução alternativa e fomos direto para o Regal. (Sim.)

No fim, ela era bacana, falamos sobre os Bascos (Vascos, segundo ela, com bê de baca), os Catalões, sobre Dali e sobre... Hare Krishnas. Aí fomos para um restaurante chinês (já sem a espanhola) e jantamos.

Saindo de lá, fomos para um lugar mágico, em que £1 pode comprar infinitas panquecas (e quando eu digo "panqueca", leia "crepe"), onde todos são super simpáticos e... simpáticos demais.

Nas palavras do Singh, "I realised I was not in the real world". Ocorre que a gente se meteu em um encontro fundamentalista cristão onde todos são excessivamente bem-humorados, comem panqueca (crepe) e jogam pingue-pongue. Por sorte, ao que parece, chegamos depois das "aulas de cristianismo".

E foi o meu dia.

2 comentários:

  1. Vc tomou alguma balinha q te ofereceram por aí?

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  2. Não que eu me lembre, mas por alguma razão tinha sumido uma parte do penúltimo parágrafo. Já a reinseri.

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