Ótimo, segundo dia. (Ótimo segundo dia.)
Acordei cedo, esperei o Bruno voltar do passeio de uma hora e meia com a cachorra e fomos pegar o trem.
Nota: o sistema dos tickets é incompreensível. Você compra passes diários, semanais ou mensais... E tem um passe específico pra ir e outro pra voltar. Mas talvez você chegue na estação e a catraca esteja liberada, então você não precisa pagar. No entanto, talvez seja só uma pegadinha, porque ao chegar no seu destino, é possível que as catracas estejam fechadas e você tenha que passar o ticket pra sair. Aí, amigo, se você entrou sem, já era. De qualquer jeito, ainda é possível que um fiscal passe no trem checando os passes. Ou então é possível que ninguém cobre nada e você tenha comprado o passe à toa. A ideia básica deve ser: para que adotar uma forma de cobrança e stick to it se você pode adotar trocentas formas diferentes, intercalá-las aleatoriamente e deixar aquele clima gostoso de insegurança pra todo mundo?
Enfim, trem pra Londres e finalmente, o centro.
O sightseeing, segue abaixo e dispensa maiores comentários. Exceto pelo calor absurdo (cadê o friozinho brasileiro?) e o sol de rachar (English fog, MY ASS!).
Andamos pra caralho, vimos tudo isso abaixo e mais muitas ruas bacanas, uma loja da Nike, uma da Nokia (e brincamos um pouquinho de N97, que não é tão impressionante como eu esperava. Engraçado foi o diálogo com o atendente: "why doesn't it connect the TV?" "Because it's illegal." Ok, then...), tomamos uma pint de Stella num pub (que estava quase vazio por dentro, com todos os consumidores tomando suas cervejas do lado de fora, de pé no meio da rua) e fomos para o teatro ver um musical chamado We Will Rock You.
E foi aí que Londres me ganhou.
Acordei cedo, esperei o Bruno voltar do passeio de uma hora e meia com a cachorra e fomos pegar o trem.
Nota: o sistema dos tickets é incompreensível. Você compra passes diários, semanais ou mensais... E tem um passe específico pra ir e outro pra voltar. Mas talvez você chegue na estação e a catraca esteja liberada, então você não precisa pagar. No entanto, talvez seja só uma pegadinha, porque ao chegar no seu destino, é possível que as catracas estejam fechadas e você tenha que passar o ticket pra sair. Aí, amigo, se você entrou sem, já era. De qualquer jeito, ainda é possível que um fiscal passe no trem checando os passes. Ou então é possível que ninguém cobre nada e você tenha comprado o passe à toa. A ideia básica deve ser: para que adotar uma forma de cobrança e stick to it se você pode adotar trocentas formas diferentes, intercalá-las aleatoriamente e deixar aquele clima gostoso de insegurança pra todo mundo?
Enfim, trem pra Londres e finalmente, o centro.
O sightseeing, segue abaixo e dispensa maiores comentários. Exceto pelo calor absurdo (cadê o friozinho brasileiro?) e o sol de rachar (English fog, MY ASS!).
Andamos pra caralho, vimos tudo isso abaixo e mais muitas ruas bacanas, uma loja da Nike, uma da Nokia (e brincamos um pouquinho de N97, que não é tão impressionante como eu esperava. Engraçado foi o diálogo com o atendente: "why doesn't it connect the TV?" "Because it's illegal." Ok, then...), tomamos uma pint de Stella num pub (que estava quase vazio por dentro, com todos os consumidores tomando suas cervejas do lado de fora, de pé no meio da rua) e fomos para o teatro ver um musical chamado We Will Rock You.
E foi aí que Londres me ganhou.




